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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

A Irene está louca com isto.

E eu também. 

Recebeu algo diferente. Algo que não é para comer nem para brincar. Algo que é para ver, sentir, mexer e, acima de tudo, fazer sonhar. 

É um Mini Mô Garden, umas plantinhas para despertar na Irene a vontade de cuidar e de ver. Não conhecia e sinto o amor em cada pormenor. A Irene também sentiu (os meus gatos também estão a sentir amor por aquele pon-pon cor-de-rosa, mas isso é outra conversa) e hoje, a primeira coisa que foi fazer foi ir buscar o pózinho de fada que estava dentro do vaso. Não o largou e quer dormir com ele. Isto tudo porque a Bete, no vaso, decidiu por um frasquinho com pozinhos cor-de-rosa, de fada, portanto. 



Quase o melhor de tudo é que este tipo de plantas só precisa de luz natural (e nem precisa de ser directa) e de muuuuita pouca água de 15 em 15 dias. Acho que são o meu tipo de planta, honestamente. 




Praticamente não temos visto televisão. Só de manhã uns 10 minutos enquanto preciso de distrair o bicho para me arranjar.  Não há mais televisão, nem iPad (consegui cortar com muitos dos hábitos com mudanças recentes na nossa vida) e sinto que este Mini Mô veio reforçar uma fase menos ruidosa, mais em paz.





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terça-feira, 19 de setembro de 2017

São das mães que deixam sujar ou que até ficam com suores?

Se o meu instinto é - quando ela começa a fazer "porcarias" - dizer-lhe para parar ou para ficar tão nervosa e ansiosa que só me apetece ir comentando tudo o que ela está a fazer para não sujar nada? É. 

Se me borrifei para isso e fiquei comovida com o resultado? Oh yeah.



Vocês são das mães que deixam que as coisas aconteçam ou até ficam loucas como se alguém estivesse a arranhar as unhas num quadro de ardósia?


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Não sou assim tão descontraída. Nós pés dela está um resguardo de plástico que a minha mãe me ofereceu para por por baixo da toalha na mesa de jantar. Achei que a possibilidade de acidente era menor, confesso.


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Não sei para quem foi mais porreiro: para mim vê-la pintada e tão feliz ou para ela.


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terça-feira, 8 de agosto de 2017

Vai haver um curso Montessori!!!!

Estou que nem posso com tamanha felicidade e por vários motivos. Um deles é por ser muito adepta de Montessori. Parece-me fazer tudo muito sentido. Outra é que vejo as coisas a mexer e, por isso, serão cada vez mais crianças, mais cedo, a tomar partido disso. Gostaria que se estendesse também à primária  - acho eu. 

Vai haver um curso Montessori e, por isso, falei com quem falou comigo para vos contar da novidade, com todo o coração. 


Apresento-vos (novamente para as mais atentas) a Verina Fernandes: 

Nos últimos anos, tem vindo a crescer o número de estabelecimentos de ensino a adoptar modelos pedagógicos que divergem do método educativo convencional, descaracterizado e expositivo. E é fácil perceber porquê, até porque muitos destes projectos educativos foram criados por grupos de pais, interessados em mudar o rumo da educação dos seus filhos.
Os pais querem que os seus filhos absorvam e compreendam o mundo; que explorem e investiguem pelas próprias mãos; que desenvolvam as suas capacidades e talentos naturais. Um único modelo não pode servir para todos, porque não somos todos iguais (na forma física e psíquica).
É aqui que o movimento Montessori (bastante activo e prolífico em todo o mundo, há mais de 100 anos) vem trazer uma abordagem que permite proporcionar o ambiente adequado e os materiais mais interessantes e úteis para que a criança se desenvolva por esforço próprio, no seu ritmo e seguindo seus interesses. A criança cresce por motivação e não por imposição.
As crianças montessorianas questionam, são interessadas e não se conformam com facilidade, sem que isso signifique que se tornam insurrectas ou impertinentes. A pedagogia Montessori está estruturada para que a cordialidade, a partilha e a cooperação sejam assimiladas naturalmente.
Felizmente, são já muitos os seguidores portugueses desta abordagem pedagógica, daí que fez todo o sentido criar a Associação Portuguesa Montessori (APM).
A APM é uma associação sem fins lucrativos que visa criar uma rede de contacto e de cooperação entre pessoas, escolas, grupos e projectos com o interesse comum da pedagogia montessoriana. E é com todo o orgulho que anuncia, pela primeira vez em Portugal, o primeiro curso certificado internacionalmente:
De 18 a 29 de Setembro de 2017
Porto

É uma oportunidade única receber todo o conhecimento de Guadalupe Borbolla, com 30 anos de experiência no âmbito da educação Montessori e uma presença recorrente em conferências internacionais. Tem, inclusivamente, participado na formação de Guias Montessori em vários países do mundo.

A APM tem todo o gosto em receber a Guadalupe e convida todos a participar desta formação pioneira.

Obrigada, Verina!!

Let's go!!! Malta do Porto, façam o favour de se inscrever para que isto haja também em Lisboa, sff. 

✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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quinta-feira, 13 de julho de 2017

Já dormem as duas juntas!

Custou até tomar esta decisão mas foi. Quando estávamos em Barcelona, experimentámos pô-las a dormir em colchões no chão no mesmo quarto e a Luísa, que andava a acordar de 2 em 2 horas, fez 4h-3h e pareceu-nos uma eternidade a dormir e soube-me a cura de sono (até acordava durante a noite com medo de não a estar a ouvir... como se isso fosse possível). E elas pareceram gostar de adormecer juntas! Por isso, decidimos que quando voltássemos a casa, tentaríamos pô-las no mesmo quarto. Não correu tão bem quanto nas férias, mas continuaremos a tentar. Dormem as duas na mesma cama, uma em cada ponta. Não li nada sobre isto, foi o que nos pareceu fazer mais sentido (para não se atropelarem nem acordarem tanto) e para, caso seja preciso, eu ir lá dar-lhe mama, tendo espaço para me deitar.
 
Confesso que as viagens até lá me matam aos bocadinhos e que, para dormir melhor, a trago para a minha cama no último ciclo da noite (da manhã, mais propriamente), que é quando dorme melhor, e eu, por conseguinte, também.

Não sei se vai melhorar, se voltaremos a trazê-la para o nosso quarto: não sou de decisões definitivas, se achar que não nos está a fazer bem a todos, darei um passo atrás.

Sabe bem estar no quarto à noite a ver séries (ou a babar-me toda a tentar ver séries) de mãos dadas. Sinto que reconquistei essa parte e soube-nos bem. Mas, convenhamos, dormir está em primeiríssimo lugar. Não vamos desistir já, não vamos. Vamos ver como corre. Para já aguenta-se bem.




Vejam aqui mais:


Tenho coisas novas no quarto para vos mostrar: almofadas, nuvens lindas, uma guitarra e livros. Já está aqui: Sugestões giras para o quarto dos miúdos.


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quarta-feira, 3 de maio de 2017

O quarto das miúdas

O quarto das miúdas está como novo. A Luísa ainda dorme no nosso quarto e tão cedo não a vamos mudar, mas já passa imenso tempo a brincar e a explorar no quarto delas. Andava mortinha por montar uma caminha montessoriana no quarto e ainda por cima em verde água... Ficou um amor! 

A Isabel já dorme no chão desde que tem um ano e meio e, como já vos contei, foi a melhor decisão para todos (já que passávamos lá a vida por que não de forma confortável?), dava-lhe autonomia para entrar e sair da cama, pular e não correr grandes riscos de cair. Mas agora sinto que, além de prática, está mesmo bonita a cama. É da Pineapple Party, que tem, além destas camas, umas em forma de tenda (ainda fiquei indecisa uns minutos) e uns candeeiros maravilhosos (vale a pena espreitar).
Depois, uns acessórios novos e parece logo outro quarto: uma cesta de arrumação com pompons, uma almofada de estrelinha [a juntar à já grande coleção de almofadas - e gosto de ver assim mesmo, uma misturada de padrões] e um candeeiro nuvem da Amarelito. Ficou mesmo giro. 









Deixa-me lá dormir já aqui.


Apanhei-vos. Eu mal durmo no escuro na minha cama quando mais aqui.



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segunda-feira, 1 de maio de 2017

Tipo Montessori (#02) Copinhos Avent, Pipeta e corantes.

Continuando na onda Montessori, que é uma "pedagogia" (está assim escrito porque a autora não gosta que se chame assim ao "método" - está entre " porque eu não gosto que se chame método, haha), continuo com vontade de vos mostrar outras coisas que andamos a fazer por aqui. 

Desta vez usamos copinhos da Avent (o que sofri feita parva até perceber que são de desenroscar), uma pipeta (por acaso encontrei nalguns "jogos" da Science4you) e uns corantes alimentares que a avó Celina comprou em tempos para lhe fazer uma plasticina caseira. 

Foi engraçado para motricidade fina, para mistura de cores e para ela fazer "porcarias" que tem sempre imensa vontade de fazer com tudo e aqui sempre pude "controlar" o ambiente para não me sujar a casa toda (noto agora que estou a usar muitas aspas, tenho de parar com isto). 

Fácil e altamente aconselhado. Claro que é por mim e pela Irene, por isso vale o que vale. :)

(podem ensinar a contar sugerindo que contem as gotas, ou que ponham só as que vocês sugerirem...)









Coisinhas giras para ler: 

Tudo o que já escrevemos sobre Montessori. 


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domingo, 16 de abril de 2017

Tipo Montessori (#01) - Corantes e garrafas de água.



Agora, com o bom tempo que tem estado, mal nos apetece fazer coisas em casa. Por cá, tentamos sempre que uma das partes do dia (ao fim-de-semana) seja em casa para que a miúda não frite a cabeça e para que também tenhamos umas horas"mais juntos". 

Desde que fui fazer um Workshop de Introdução ao Montessori (com a Ludmilla - com um nome destes, nem é preciso escrever o apelido ;)) fiquei ainda mais motivada para fazer coisas divertidas e, ao mesmo tempo, didáticas. Percebi também que o medo de sujar tudo tem de ser resolvido adaptando as condições para que tal aconteça e não restringido boas ideias. 

Podem ler algumas das minhas resoluções montessorianas aqui. 

Aproveitei que um dia tinha pedido à minha sogra para nos comprar corantes alimentares para fazer plasticina caseira  (vale a pena abrir nem que seja para ver o cabelo da Irene) e decidi juntar-lhes as garrafas de água que tínhamos para ir para o lixo.

Assim posso ensinar-lhe:
  • as cores (o que dá quando se mistura e não só)
  • precisão com o número de gotas dos corantes

Divertimo-nos IMENSO e claro que todas as garrafas ficaram com cores muito perto do preto que isto não parou por aqui! 


Materiais sugeridos: 


  • Garrafas de água ou recipientes de vidro (se quiserem que eles se apercebam do peso e das consequências de usar vidro
  • Corantes alimentares ou qualquer coisa que dê cor à água
  • Funil (eles adoram funis e facilita a tarefa) 



 

 


 

Outras coisas que poderão ler sobre Montessori aqui no blog:



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terça-feira, 28 de março de 2017

A outra andava a queixar-se que eu isto, eu aquilo... agora embrulha!

A Joana Gama andava a carcomer-se toda aos bocados (vejam aqui o pânico) por eu não estar a pegar o touro pelos cornos, isto é, por andar a preguiçar e não me envolver decentemente na festa das nossas miúdas. Eu, a Joana dos pratos Bordalo Pinheiro, dos bordados e do fois gras em cama de couscous (deve ser óptimo! not), andava a deixá-la ter o prazer de tratar de uma festa sozinha. Até que decidi entrar em ação e surpreendê-la. Ela, que anda toda Montessori, iria gostar que eu pusesse uma mesinha com coisas saudáveis ao alcance das crianças. E assim foi.
  • Mesa do Ikea da Isabel com uma toalha, leites, sumos bio Auchan e iogurtes naturais bio, queijo, bolachas de arroz, tomates cherry, maçãs, queijo e águas.








Como nestas festas há sempre muitos adultos, uma mesa de salgados, umas minis e uma sangria de frutos vermelhos não podiam faltar (eu cá acho e faço uma bem boa. Pena não poder beber "como deve ser" ahah). Encomendámos tudo no Jumbo e pedimos ajuda à Ana da Chan Events Planner para empratar, decorar e dispôr as coisinhas com aquele requinte que, convenhamos, é um contra-senso: fica tudo com óptimo ar (e apetece provar tudo) mas dá-nos pena desfazer a mesa. Felizmente chamo sempre o Renato que não se importa de ser o primeiro a dar cabo da simetria das coisas.





























Pormenores que fazem a diferença e que me deixaram rendida: 
- a Ana da Chan fez as personagens em pvc à la pata (patrulha pata ahahah), assim como muitos outros detalhes, para que ficasse tudo personalizado. 
- as cores e as personagens desta mesa complementam a mesa dos doces (que ficou o delírio para as  miúdas com a Skye e a Everest) - logo vos mostramos mais ao detalhe a mesa e os bolos e o salame caseiro (o melhor que já comi, feito pelo marido da Ana).

Joaninha, estou perdoada, não estou? Minha fortalhaça.




Fotografias: The Love Project

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terça-feira, 14 de março de 2017

Resoluções Montessorianas (Montessori #02)

Ainda estou em falta, já sei! Já sei!!!! Tenham paciência! Se dantes era eu a dondoca que estava com a miúda em casa aqui do blog, agora sou eu que trabalho e vou ao ginásio e cuido da Irene e ainda quero ter tempo para ver umas séries no sofá antes de me começar a babar desalmadamente como quando oiço um pacote de bolachas a abrir. Só tenho uma filha, é verdade, mas também já ouvi dizer que eles se entretêm uns ao outros, por isso, vá!

Ainda estou em falta com o resumo do Workshop de Montessori onde fui e cuja professora convidei para escrever aqui no blog para dar umas boas dicas e falar dos workshops que irá dar e onde. Só não digo quem e onde que quero ver se a L se apressa a escrever hehehe. 

Bom, fiquei inspirada como vos disse aqui. Prometo que vos vou passar o básico, prometo. Mas achei que iriam gostar de saber de algumas resoluções.

Fotografia de umas das várias actividades que tenho feito com ela e que vos quero mostrar. 

Deixar de passar a sopa

É importante que eles tenham contacto com várias texturas de legumes. Não podemos esperar que o único contacto que tenham com eles seja no estado líquido e depois ficarmos chateados por rejeitarem quando estão no prato num dia ou outro. Isto acho que não é Montessori mas foi uma opinião que me fez sentido e que estou a adoptar. :) 

Deitar brinquedos fora

A verdade é esta: muitos brinquedos não significa mais entretenimento. Acho que eles sofrem do mesmo problema que eu quando entro numa Desigual: é muita coisa e desisto, apesar de individualmente achar que podem ser engraçadas. Quantos brinquedos não terão eles que poderão ser dados a quem não os tenha ou então aquelas partes de brinquedos que já nem sabemos onde está o todo e que só fazem aquele lixinho aborrecido no final da caixa onde os arrumamos? Bem, que frase tão comprida, cansei. 

Adaptar mais o espaço a ela

Fiquei preguiçosa com o tempo. Muitas das coisas da Irene no quarto dela estão disponíveis. No entanto na casa de banho nem por isso. Continuar o esforço de lhe chegar as coisas que ela já deve fazer sozinha (com supervisão, claro) como lavar os dentes, pôr perfume, pentear-se. Comprei uma coisa muito gira no Ikea que depois vos mostro noutro post (tenho que ir fazendo render o peixe senão os anónimos dizem que publico posts da treta só porque sim e... às vezes é mesmo heheh).

Mais cestos e tabuleiros

Isto é Montessori puro. Tabuleiros ajudam no transporte dos brinquedos de um lado para o outro e delimitam o espaço visual e físico para as brincadeiras, além de tornarem bem mais prático a sua arrumação e limpeza. Os cestos a mesma coisa, juntando o facto de ajudarem na categorização dos brinquedos e aumentarem o potencial de arrumação de uma prateleira, por exemplo. 

Mudar a areia dos gatos

Andei a evitar durante imenso tempo que a Irene, ao contrário do que ela mais anseia, mudasse a areia dos gatos. Essencialmente porque faria um chiqueiro enorme de areia no chão ou atiraria os cocós contra a parede ou qualquer coisa. Mais uma vez: preguiça. Mostrei-lhe como se limpa a areia dos gatos e adaptei o espaço pondo um caixote do lixo ao lado do caixote da areia para lhe ser mais fácil. É agora da responsabilidade dela (nós limpamos quando ela se esquece, coitados dos gatos). 

Aprendizagem em três pontos

É um método da linguagem Montessori que certamente a professora/formadora vos irá falar em breve mas que consiste em algo que a maior parte de nós já faz intuitivamente que é apresentar três objectos, nomeá-los e depois perguntar onde está o objecto a. Seguidamente perguntar que objecto é aquele para certificar que o conhecimento foi apreendido. Será que me está a faltar qualquer coisa aqui? 

Deixar de falar tanto durante a demonstração de algo

Isto às vezes acontece-me com o meu PT (não deixa de ser #omelhorptdomundo), mas ele tenta explicar enquanto demonstra e às vezes perco-me. Com eles é importante deixá-los observar sem que introduzamos mais informação ao mesmo tempo. Não precisam disso, antes pelo contrário. Às vezes dar apenas a indicação "vou mostrar-te a levar o copo" e por a acção em prática é o suficiente. Se não for suficiente, repetir.

Uma derivação da actividade anterior. 

Não corrigir negativamente

Insistir na repetição da demonstração depois da criança terminar o seu processo. E valorizar o esforço da criança. Reflectir se não haverá coisas anteriores que pudéssemos ter ensinado para facilitar o processo. Exemplo: não esperar que a criança saiba arrumar um pano se nunca a ensinámos a dobrar. 

Não elogiar a meio do processo

Deixar que a criança termine a sua tentativa antes de elogiar para que esta consiga ainda ter oportunidade de corrigir qualquer coisa e de aperfeiçoar e também de não sentir que os elogios não têm fundamento. Deixá-los acabar, observando e aprendendo também nós. É difícil conter o entusiasmo, bem sei. 

Muita observação

Montessori é espectacular (há de ter as suas fragilidades, claro) e deslumbra muita gente por bater certo com tanta coisa. Maria Montessori passou imenso tempo a observar crianças e parte da aprendizagem de Montessori para os professores e auxiliares é a observação silenciosa (se é que isto não é um pleonasmo). Agora reparo que a vontade da Irene em fazer sozinha e as "birras" dela, eram as minhas birras para não ter trabalho em ensinar-lhe as coisas ou em adaptá-las a ela. 


Espero ter-vos inspirado a mudar qualquer coisa! Depois contem!

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